Estação Espacial ISS - Visão da Terra


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Você já teve curiosidade de ver como é a Terra em tempo real? Muitos provavelmente já, mas dificilmente uma transmissão era capaz de atender a esse desejo. Mas isso mudou, graças a uma iniciativa da Nasa, que instalou quatro câmeras na ISS (Estação Espacial Internacional), que transmite sua órbita em volta da terra com alta definição. O projeto foi feito justamente para testar o funcionamento das câmeras e guiar a escolha de dispositivos comerciais com desempenho adequado para possíveis missões futuras. As imagens são transmitidas em tempo real pelo site Ustream, que também conta com uma ferramenta de chat com outros espectadores. Vale lembrar que a ISS dá uma volta na Terra a cada 90 minutos. Durante metade deste período, ela deve passar por territórios onde já é noite e não há iluminação. Por isso, não estranhe se você se deparar com uma imagem preta; volte mais tarde para imagens mais interessantes.

Fonte:OLHAR DIGITAL

1984, privacidade e o Marco Civil


Publicado por Maurício Requião - 1 dia atrás
Em um de seus mais renomados romances, 1984, Orwell retrata um futuro distópico em que no continente de Oceânia a privacidade se transformou em bem inexistente ante o poder do Grande Irmão. “The big brother is watching you”, repetem diversos letreiros e avisos, para que o cidadão jamais se esqueça da realidade onde vive. Cada passo seu é monitorado e sua vida pautada de acordo com os lemas do “Partido”. Em suma, um terrível mundo de controle.
(...)
Brasil, 2014. Sanciona-se a Lei n. 12.965, conhecida como Marco Regulatório Civil da Internet, que tem, dentre suas principais premissas, a proteção da privacidade do usuário da rede. A privacidade é colocada como um dos princípios disciplinadores do uso da Internet no Brasil - art. , II da Lei 12965/14 -, sendo garantida em diversos níveis, tanto no que toca à inviolabilidade das comunicações dos usuários - como, por exemplo, no art. , I, II e III da Lei 12965/14 -, como quanto à coleta e uso de seus dados pessoais - como, no mesmo art. , VII, VIII e IX da Lei 12965/14.
Este breve texto pretende se focar no último destes aspectos. Mais precisamente no art. , IX da Lei 12965/14, cujo texto se reproduz, ao exigir: “consentimento expresso sobre coleta, uso, armazenamento e tratamento de dados pessoais, que deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais”. Guarde-se esta determinação: consentimento expresso.
A pergunta que não quer calar é: as pessoas sabem como proteger sua privacidade na Internet? A primeira impressão é que não. E que isso, em parte é consequência das atitudes dos grandes sites provedores de serviço.
Pegue-se, por exemplo, o Google. Trata-se do maior serviço de buscas da Internet, cujo uso se dá diariamente por gigantesco número de pessoas no território nacional, que para o uso de tal ferramenta não precisam ter autorizado expressamente qualquer coleta de dados... Mas que têm seus dados coletados de qualquer maneira!
O Google, que já se encontra na sua décima primeira política de privacidade desde 2001, faz uso dos dados que coleta nos termos da sua política de privacidade, sem que o usuário em momento algum tenha firmado contrato expresso quanto a essa coleta. Note-se, portanto, que o usuário que utiliza o motor de busca desde sua formação já passou por dez modificações de política de privacidade e coleta de dados. Quantos têm conhecimento disso?
Aliás, destaque-se, tamanha é a importância dada à coleta de dados, que isso fez com que a política de privacidade, em termos de quantidade de palavras para sua explicação, tenha crescido enormemente. O gráfico abaixo elaborado pelo autor deste texto aponta o crescimento do número de palavras para explicar cada uma das políticas de privacidade do Google. Saliente-se que, em verdade, a discrepância entre o que se fazia necessário em 2001 e hoje é ainda maior do que esses números apontam, dada a grande quantidade de hiperlinks com explicações anexas presentes na política atual.
Declaradamente, o uso de tais informações coletadas nos serviços ofertados pelo Google se destina a “fornecer, manter, proteger e melhorar esses serviços, desenvolver novos e proteger o Google e nossos usuários. Também usamos essas informações para oferecer ao usuário um conteúdo específico - como fornecer para o usuário resultados mais relevantes de pesquisa e anúncios”.
Ainda que se acredite que o Google utiliza os dados apenas da maneira acima descrita (e de forma mais elaborada nos termos de uso para o qual se remete o leitor), o fato é que tais informações coletadas pelo mecanismos de busca, através de um usuário que não tenha contratado outros serviços com a empresa, se dá independentemente de autorização expressa.
Este é apenas um pequeno exemplo de como não apenas no que toca a práticas legislativas, mas principalmente mecanismos técnicos de fiscalização, muito se tem a avançar. A Internet, sem sombra de dúvidas, desnudou um novo mundo de possibilidades, oferecendo ao clique do mouse informações talvez antes inacessíveis. O que não se pode, entretanto, é deixar que essa sedução se encaminhe para perigosos mecanismos de violação e controle da privacidade.
Vivamos atentamente em 2014 e além, para que os anos vindouros não se tornem um eterno 1984.

Maurício Requião
Mestre e doutorando em Direito Privado pela UFBA. Autor de livros e artigos jurídicos. Professor de Direito Civil na Faculdade Baiana de Direito e na Faculdade Ruy Barbosa.
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As diferenças entre voto em branco e voto nulo

Diante da proximidade das eleições 2014, uma das questões mais comuns do eleitor é: "qual é a diferença entre o voto em branco e o voto nulo?".

 

Nas eleições de outubro próximo serão escolhidos pelo voto popular o presidente que comandará o país de 2015 a 2018 e também os deputados estaduais, deputados federais, senadores e o governador de cada Estado. No Distrito Federal, as eleições contemplam a escolha dos deputados distritais e do governador.
Diante da proximidade das eleições, uma das dúvidas mais comuns do eleitor é sobre como vai votar.
Apesar de o voto no Brasil ser obrigatório, o eleitor, de acordo com a legislação vigente, é livre para escolher o seu candidato ou não escolher candidato algum. Ou seja: o cidadão é obrigado a comparecer ao local de votação, ou a justificar sua ausência, mas pode optar por votar em branco ou anular o seu voto.
Mas qual é a diferença entre o voto em branco e o voto nulo?

Voto em branco

De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Antes do aparecimento da urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de votação, deixando-a em branco. Hoje em dia, para votar em branco é necessário que o eleitor pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”.

Voto nulo

O TSE considera como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para votar nulo, o eleitor precisa digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”.
Antigamente como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o candidato vencedor), ele era tido como um voto de conformismo, na qual o eleitor se mostrava satisfeito com o candidato que vencesse as eleições, enquanto que o voto nulo (considerado inválido pela Justiça Eleitoral) era tido como um voto de protesto contra os candidatos ou contra a classe política em geral.
Atualmente, vigora no pleito eleitoral o princípio da maioria absoluta de votos válidos, conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleicoes. Este princípio considera apenas os votos válidos, que são os votos nominais e os de legenda, para os cálculos eleitorais, desconsiderando os votos em branco e os nulos.
Como é possível notar, os votos nulos e brancos acabam constituindo apenas um direito de manifestação de descontentamento do eleitor, não tendo qualquer outra serventia para o pleito eleitoral, do ponto de vista das eleições majoritárias (eleições para presidente, governador e senador), em que o eleito é o candidato que obtiver a maioria simples (o maior número dos votos apurados) ou absoluta dos votos (mais da metade dos votos apurados, excluídos os votos em branco e os nulos).

Aplicação nas eleições proporcionais

Já no que diz respeito às eleições proporcionais, utilizadas para os cargos de deputado federal, deputado estadual e vereador, a situação muda e os votos nulos e brancos passam a interferir no resultado das eleições. É que para ser eleito a um desses cargos, o candidato precisa alcançar o quociente eleitoral, que é o índice que determina o número de vagas que cada partido vai ocupar no legislativo, obtido pela divisão do número de votos válidos (votos atribuídos aos candidatos ou à legenda) pelo de vagas a serem preenchidas. Desse modo, quanto maior for a quantidade de votos nulos e brancos, menor será o quociente eleitoral e mais fácil será para o candidato conquistar a vaga.
É por esse motivo que muitas vezes um candidato obtém menos votos que outros e é eleito, puxado pela votação expressiva de outro candidato do partido ou pelos votos da legenda.
Assim, ao decidir votar nulo ou em branco, é importante que o eleitor esteja consciente dessas implicações.
– o 1º turno das Eleições 2014 ocorre no dia 5 de outubro e o 2º turno no dia 26 de outubro de 2014.
– de acordo com o Código Eleitoral, o voto é facultativo a maiores de 70 anos, aos maiores de 16 e menores de 18 anos e aos analfabetos.
– a exigência de maioria absoluta ocorre nas eleições para presidente, governador e prefeito de município com mais de 200 mil eleitores. Quando o candidato com maior número de votos não alcança a maioria absoluta é realizado o segundo turno das eleições entre os dois candidatos mais votados.

Malware infecta globalmente máquinas POS

A consultoria de segurança IntelCrawler emitiu um alerta global sobre uma nova rede de zumbis composta por terminais POS, as populares “maquininhas de cartão”.
Credit card terminal
A operação criminosa infectou cerca de 1.500 terminais de pontos de venda (POS), ferramentas de gestão contábil para varejo e de back-office. Foram 36 países afetados, incluindo EUA, Brasil, Portugal, Espanha, Reino Unido, China e Rússia.
Apelidada de Nemanja, a botnet está baseada na Sérvia e foi idealizada para trabalhar em múltiplas plataformas, maximizando o potencial de infecção.
A IntelCrawler identificou pelo menos 25 diferentes programas usados nesses sistemas. Uma lista dos sistemas pode ser encontrada no blog da empresa.
Além da capacidade de recolher dados de cartão de crédito, o malware pode gravar as informações inseridas pelo teclado e contidas nos cartões, como senhas e credenciais. Com essas informações, os criminosos podem atacar as finanças pessoais dos usuários.
Segundo a consultoria, a expectativa é de que os ataques a sistemas de gerenciamento do varejo cresçam exponencialmente, em especial pela conectividade constante dos terminais, que facilitam a captura das máquinas em redes zumbis, sob o controle de cibercriminosos.
Autor: Jocelyn Auricchio

Veja como o Marco Civil da Internet pode afetar a sua vida

O Marco Civil da Internet foi aprovado nesta terça-feira (22) de 2014, no Senado, 28 dias após aprovação na Câmara. A votação foi realizada a tempo do evento NetMundial, que será realizado em São Paulo a partir de quarta (23). A abertura do encontro será feita pela presidente Dilma Rousseff, que deve levar o Marco Civil ao evento como "marca" de sua gestão no setor.   
A proposta equivale a uma "Constituição", com os direitos e deveres dos internautas e das empresas ligadas à web. O deputado e relator do texto, Alessandro Molon (PT-RJ), afirmou após aprovação na Câmara que o marco dará aos internautas a "garantia à privacidade e à liberdade de expressão, que eles não têm hoje".
Veja a seguir como o Marco Civil da Internet pode, de fato, afetar a sua vida.
Neutralidade
O Marco Civil garantirá a neutralidade da rede, segundo a qual todo o conteúdo que trafega pela internet é tratado de forma igual. Em uma comparação simples, o marco garantirá que a sua internet funcione como a rede elétrica (não interessa se a energia será usada para a geladeira, o micro-ondas, a televisão) ou os Correios (o serviço cobra para entregar a carta, sem se importar com o conteúdo dela).
As empresas de telecomunicações que fornecem acesso (como Vivo, Claro, TIM, NET, GVT, entre outras) poderão continuar vendendo velocidades diferentes - 1 Mbps, 10 Mbps e 50 Mbps, por exemplo. Mas terão de oferecer a conexão contratada independente do conteúdo acessado pelo internauta e não poderão vender pacotes restritos (preço fechado para acesso apenas a redes sociais ou serviços de e-mail).
Atualmente, a neutralidade é prevista em um regulamento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Alguns usuários, no entanto, reclamam da prática de "traffic shaping", em que a velocidade de conexão é reduzida após uso de serviços "pesados", como vídeo sob demanda ou download de torrents (protocolo de troca de dados, geralmente utilizado para baixar filmes).



O texto do Marco Civil prevê que o tráfego pode sofrer discriminação ou degradação em situações específicas: "priorização a serviços de emergência" (como um site que não pode sair do ar, mesmo com muito acesso) e "requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações" (caso das ligações de voz sobre IP, que precisam ser entregues rapidamente e na sequência para fazerem sentido).
Para que haja exceções à neutralidade, é necessário um decreto presidencial depois de consulta com o CGI (Comitê Gestor da Internet) e a Anatel.
"O fim da neutralidade teria um impacto negativo, dificultando que as pessoas divulgassem suas produções e informações. Se o princípio fosse quebrado, as empresas de telecomunicações privilegiariam o tráfego de dados delas mesmas ou de suas associadas [pagantes] em detrimento a outros conteúdos. Com isso, um blogueiro seria prejudicado em relação a grandes empresas com maior poder econômico", afirmou Flávia Lefèvre, consultora da organização de defesa do consumidor Proteste para área de telecomunicações.


Privacidade
Em 2013, depois das denúncias sobre espionagem nos EUA, a presidente Dilma Rousseff pediu urgência constitucional para a tramitação do projeto. Com isso, a questão da privacidade ganhou destaque no texto.
O Marco Civil garante a inviolabilidade e sigilo do fluxo de comunicações via internet e também das conversas armazenadas – esse conteúdo pode ser legalmente acessado, no entanto, mediante ordem judicial. Na prática, suas conversas via Skype e aquelas mensagens salvas na conta de e-mail não poderão ser violadas, a não ser em casos envolvendo a Justiça. 
Veridiana Alimonti, conselheira do CGI e advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), explica que a Constituição já prevê o sigilo das ligações telefônicas, mas o Marco Civil torna essas determinações mais completas e específicas para o ambiente digital.
A especialista destaca ainda a importância do princípio da finalidade, segundo o qual as empresas só poderão utilizar os dados para o propósito pelo qual foram coletados.Se não estiver previsto que as informações serão expostas em anúncios publicitários, por exemplo, isso não poderá ser feito sem o consentimento do usuário.
Flávia, da Proteste, afirma que será possível pedir indenização no caso dessa violação. Ela exemplifica: "Se você recebe publicidade via e-mail de uma instituição que não conhece, pode questioná-la sobre onde coletou seus dados. Se eles foram passados por alguma empresa para a qual você não deu essa autorização, cabe tomar uma atitude".
O marco prevê ainda que a autorização para o uso dessas informações deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais. "É importante ler os termos de uso, mas eles precisam ser compreensíveis. Não podem ser textos enormes, com letras pequenas", defende Veridiana.
Recentemente, por exemplo, em um caso que ameaçou bloquear o Facebook no Brasil, a companhia teria alegado não ser responsável pelo gerenciamento de conteúdo e da infraestrutura do site no país. A incumbência seria da competência do Facebook Inc e Facebook Ireland, localizados respectivamente nos Estados Unidos e na Irlanda.
"A legislação brasileira tem que se aplicar para a proteção de dados de brasileiros que contratam esses serviços no Brasil e que estão tendo a sua privacidade violada inclusive por empresas que exploram economicamente a sua atividade no país", disse Molon em entrevista ao programa "Poder e Política", da Folha e do UOL. Segundo ele, muitas vezes o argumento era: "Não somos obrigados a seguir a legislação brasileira porque armazenamos esses dados em outro país". Na ocasião, o relator classificou a situação como inadmissível.
Exclusão de conteúdo
A exclusão de conteúdo só pode ser solicitado por ordem judicial – assim, não fica a cargo dos provedores a decisão de manter ou retirar do ar informações e notícias polêmicas. Portanto, o usuário que se sentir ofendido por algum conteúdo no ambiente virtual terá de procurar a Justiça, e não as empresas que disponibilizam os dados.
"Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para [...] tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente."
O tratamento é diferenciado para a chamada "vingança pornô" (divulgação não autorizada na internet de conteúdo sexual). Nesses casos, o participante ou seu representante legal deve enviar uma notificação para o provedor de aplicações (ex: Facebook ou Google), que tem de tornar esse material indisponível.  
Renato Opice Blum, especialista em direito digital, faz uma crítica a essa diferenciação. "Se vale para uma pessoa, deveria valer para todo mundo. Mas com certeza isso ainda será discutido. E os juízes têm autonomia para interpretar os casos de forma mais ampla", afirmou. 
 Fonte: UOL TECNOLOGIA

Update do Windows 8.1 vaza na internet

O Update 1 do Windows 8.1 acaba de vazar na internet e está disponível para download em sites mais obscuros (aqueles da perna-de-pau). A Microsoft teria disponibilizado a atualização prometida para abril em seus servidores online para que funcionários pudessem pegá-la antes do tempo, mas pessoas de fora conseguiram "enganar os servidores", pegar a atualização para si e disponibilizá-la na rede.

Obviamente, a Microsoft ainda não oferece suporte para a atualização, já que ela não foi oficialmente lançada. Então quem quiser fazer o update antes do tempo, tem que estar ciente dos riscos. Algumas mudanças no Update 1, segundo o Mashable, incluem a presença da barra de tarefas na interface Metro e o procedimento de entrar direto no desktop em dispositivos que não possuem uma tela sensível ao toque.
O lançamento oficial do Update 1 está previsto para o dia 8 de abril.

autor: joaogan

Windows XP será aposentado em abril; sistema deixará de receber correções


      Após 12 anos presente no mercado, a Microsoft vai aposentar no dia 8 de abril o sistema Windows XP. Isso não quer dizer que o sistema vai parar de funcionar repentinamente. A partir dessa data, a empresa não vai mais corrigir falhas de segurança ou adicionar novos drivers de equipamentos.


         Bill Gates (Foto ao Lado), cofundador da Microsoft, posa em Nova Iorque com licença do Windows XP durante o lançamento do sistema em 25 de outubro de 2001.

         Segundo Priscyla Alves, gerente geral do Windows da Microsoft Brasil, a razão para aposentadoria é que o sistema não é mais adequado para o mercado. "Desde o lançamento do XP, o cenário mudou bastante. Hoje em dia há muitos dispositivos móveis e novas vulnerabilidades surgindo. Não faz mais sentido alguém continuar usando um sistema de quase 13 anos atrás."
          Em termos práticos, a aposentadoria do Windows XP significa que a Microsoft não soltará mais atualizações para correção de falhas. "Se alguém achar um erro em alguma versão posterior [Vista ou 7, por exemplo] e verificar que ela também existe no Windows XP, nós não vamos trabalhar para corrigi-la", disse Fábio Gaspar, gerente de produto Windows devices da Microsoft Brasil.
          Outro fator que pesa contra a continuação do Windows XP é sua "idade". Segundo Dmitry Bestuzhev, especialista de segurança da Kaskpersky (empresa de antivírus), a longevidade do sistema fez com que os cibercriminosos ficassem especialistas na ferramenta. Inclusive, antes de lançar pragas para outras plataformas, elas são testadas no XP por usuários mal-intencionados.
           "Há uma série de códigos de roubo de senhas por meio de capturas de tela que funcionam no Windows XP, mas que são bloqueados automaticamente no Windows 7", disse Bestuzhev.
           Mesmo sendo velho, o Windows XP, de acordo como um levantamento da consultoria Netmarketshare, terminou o ano de 2013 como o segundo sistema operacional mais utilizado do mundo, só perdendo para o Windows 7. Questionada sobre a pesquisa, a Microsoft não endossa os dados, mas confirma que o XP ainda é significante, sobretudo no mercado corporativo.
"Muitas empresas ainda usam o Windows XP, pois fizeram aplicações para o sistema e que só funcionam nele", informou Priscyla. No entanto, ela afirmou que as companhias já estão há um tempo se preparando para migrar, pois os departamentos de tecnologia sabem dos riscos de continuar a usar a plataforma.

O que fazer?

          A proximidade da aposentadoria do Windows XP deixa o usuário com a opção de comprar uma licença de uma versão mais atualizada do sistema operacional (Windows 7 ou 8) ou comprar um computador novo.
           No varejo, é possível achar licenças de atualização para o Windows 8 por R$ 269, mas elas exigem que o computador tenha uma versão original do Windows XP SP3, Windows Vista ou Windows 7.
           Para quem não tem a situação regularizada, resta apenas comprar uma licença completa do Windows 7 Pro (R$ 699) ou uma licença do Windows 8.1 por R$ 410. A versão Pro do Windows 8.1 é vendida por R$ 699.
           "Se uma pessoa está rodando o Windows XP em seu computador, isso quer dizer que a máquina tem mais de seis anos de vida. O ciclo normal do PC é de quatro ou cinco anos. Por isso, nós recomendamos que a pessoa compre uma máquina nova com Windows 8", afirmou Priscyla, da Microsoft.
           Lembrando que a companhia de software estabelece como requisitos mínimos para a instalação do Windows 8: um computador com processador de 1 GHz ou superior, 2 GB de memória RAM, 20 GB de espaço disponível em disco, um monitor que funcione na resolução 1024 x 768 e placa de vídeo com DirectX 9 com drive WDDM.

Fonte:UOL

Microsoft confirma fim do MSN Messenger no início de 2013

A Microsoft acaba de confirmar, por meio do blog oficial do Skype , que o serviço de mensagens instantâneas Windows Live Messenger, mais conhecido no Brasil como MSN Messenger, será aposentado no primeiro trimestre de 2013 em todo o mundo, com exceção da China. O fim do serviço acontecerá após a integração das contas dos usuários do MSN Messenger com o Skype, serviço de comunicação por meio de voz sobre IP (VoIP), adquirido pela Microsoft em maio de 2011 .
De acordo com Tony Bates, presidente da divisão do Skype na Microsoft, os esforços de integração entre os dois serviços começaram há algumas semanas, quando o Skype lançou a versão 6.0 de seu aplicativo para Windows e Mac. Ela permite que os usuários de contas da Microsoft acessem o serviço sem criar uma nova conta exclusiva para o Skype. O sistema importará automaticamente os contatos dos usuários do MSN Messenger para o novo aplicativo.
Para usar o Skype com a conta do MSN Messenger, o usuário deve selecionar a opção de se conectar com sua conta da Microsoft na tela de entrada do aplicativo do Skype. Caso o usuário tenha contas nos dois serviços, agora será possível combinar as duas contas e manter apenas um login e senha. Ao concluir o processo, o usuário já terá sincronizado sua lista de contatos do Skype com a lista do MSN Messenger.
Rumores de que a Microsoft interromperia o serviço Windows Live Messenger começaram nesta segunda-feira (5), quando um site especializado em tecnologia publicou uma reportagem em que afirmava que o Skype se tornaria o serviço de comunicação principal da Microsoft. Atualmente, o Windows Live Messenger possui mais de 100 milhões de usuários ativos em todo o mundo.
Fim de uma era na Microsoft
O serviço de mensagens instantâneas da Microsoft surgiu em 1999. Inicialmente, o MSN Messenger foi um dos concorrentes do ICQ , comunicador instantâneos mais popular da época. Gradualmente, o MSN desbancou o ICQ e passou a ser a ferramenta mais popular de mensagens instantâneas.
Entretanto, na segunda metade dos anos 2000, o MSN passou a enfrentar a concorrência de outro mensageiro de peso, o Gtalk, do Google. Alguns anos depois, o MSN Messenger passou a concorrer também com o Facebook, que criou um sistema próprio de mensagens para seus usuários. Atualmente, o serviço tem cerca de 100 milhões de usuários ativos, segundo informação da própria Microsoft divulgada no site TheNextWeb.
O anúncio do fim do MSN Messenger é o terceiro das mudanças radicais que a Microsoft vem fazendo em seu portfólio de produtos. Em julho, a empresa anunciou um novo serviço de e-mail, o Outlook.com , que ganhou novos recursos, mais modernos, para concorrer com o Gmail. O produto substituirá o Hotmail, serviço de e-mail gratuito da Microsoft nos próximos meses, mas a empresa ainda não anunciou a data de fechamento da plataforma.
Neste ano, a empresa também lançou o Windows 8 , nova versão de seu sistema operacional, que chegou ao mercado com uma nova interface, radicalmente diferente do Windows 7. Com o novo produto, a empresa tenta atender ao mercado de tablets, já que a nova interface é otimizada para telas sensíveis ao toque, ao mesmo tempo em que mantém uma interface desktop para aplicativos de produtividade.
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